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Eram 7:15 da manhã e ainda meio sonolenta, cabelos despenteados, face desajeitada, ouviu de longe, bem baixo, um som agradável, uma leve brisa tocou seu rosto. Pôs seus pés no chão e ainda descalça foi até a janela, que estava um pouco molhada. Ela olhou acima de si e viu, ficou feliz ao ver, a chuva, por algum motivo ou não ela adorava a chuva, ficava horas ali, admirando-a.
O que a fazia pensar em estar ali, naquele momento, na hora exata, pra que ela acordasse, fosse a janela e olhasse a chuva. Sem sentido. [...]
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