quinta-feira, 31 de março de 2011

Os motivos pelos quais me fundamento


Atenção: a organização das ideias contidas abaixo não estão em uma ordem correta, a autora é péssima em organização e jogo de palavras.



Então, há muita coisa, eu disse, muita coisa, dessa vida que simplesmente eu não vejo motivos para gostar, essa ''tal coisa'' não tem motivos para existir, mas, eu, tenho com certeza motivos, segundo eu, bem convincentes para não gostar. Ok, vamos a eles.
Em primeiro lugar, quero dizer que, há coisas nessa vida que... Não, não ache que me faltaram palavras.
Se fosse colocar aqui, todas as coisas das quais para mim não fazem sentido em nem se quer, existir, você, querido leitor, iria se cansar e nem leria o resto do texto. Ok. O primeiro elemento da minha lista, não é o mais importante, até porque a lista .. enfim!

Matemática: (quero deixar bem claro que, não menosprezo quem goste ''disso'', porque ACREDITEM, existem essas pessoas. Tenho amigos que, sim, gostam.) Qual o verdadeiro motivo, a verdadeira função, objetivo, isso! A palavra é essa, objetivo de terem inventado a Matemática? Ironicamente falando sentiram a falta de ter o que fazer e resolveram a criar. Na idade antiga, bem antiga, pré-história, para ser mais precisa, o homem estava com tédio, ele cansou de ver muito verde, cansou de brincar de Tarzan, então lhe veio em mente a ideia de fazer ''coisinhas'',  no meio desse ''balacubaco'' nasceram eles, os números. (risos). Tá gente, não liguem para o surto que tive, todos sabemos que não foi assim. Mas vamos aos meus motivos. Calcular números, fazer enormes contas, quebrar a cabeça, ficar com dor de cabeça... Pra quê?? Na vida, não preciso disso. Olha, viram? A ''coisa'' é tão ruim que não consigo nem explicar direito. (Vai ficar assim, sem sentido).

Civilização: Poderíamos ainda estar vivendo como os homens da caverna! Seria o máximo. (só não teria o computador, tv, BLOG, ... kk) Mas não... O homem e sua enorme curiosidade sobre as coisas. As civilizações se iniciaram e logo não demorou para ter as desigualdades. Ou seja, não me conformo, e nada a ver!

Pessoas que acham que sabem escrever textos: Tipo eu, nada a ver!

Como eu gostaria de dizer que não pirei ao formular o tal raciocínio...
É a falta de coxinha.

Tu achou que ia ser um texto sério né? ai ai


domingo, 27 de março de 2011

Troféu ''O mais bem vivido do ano''



Você nasce. Você cresce. Você vive. Você aprende. Você escolhe. Você presencia. Você protesta. Você se arrepende. Você marca território. Você fala. Você escuta. Você sente. Você se emociona. Você chora. Você ri. Você pula. Você grita. Você se esconde. Você entra. Você sai. Você arrisca. Você se ilude. Você aplaude. Você reúne. Você almeja. Você deseja. Você pensa em fazer. Você faz. Você sonha. Você corre atrás. Você deixa passar. Você se enfurece. Você se contenta. Você recebe. Você dá. Você cicatriza. Você tudo faz e como faz, parece ser real o que, na verdade, não é. Como se tudo viesse a cair sobre você, você se defende e defende quem está ao seu redor. Fazendo várias coisas que, por mais que fossem inacreditáveis, você não contaria a ninguém. E por mais que o tempo passe você quer que os melhores detalhes da sua história sejam marcados e para sempre relembrados. Para que isso aconteça você compra máquina e congela momentos dos quais você escolheu a dedo, como os mais importantes. E assim você vai.
Cada instante de uma vida, cada momento de imperfeição. Quando você sente que não está indo bem em sua caminhada você quer e você procura saber qual é o melhor e o mais viável caminho para que você desvie dos outros que, diferente daquele, existem milhares de obstáculos. E quando o ''infelizmente'' acontece você lamenta por ter que lamentar. Mas após alguns meses de luto você se anima ao ver o lindo céu que ali em sua frente está. Seu olho brilha, quando, ao perceber, sem querer, ou atrevidamente, que existem pessoas. As pessoas podem ser do mesmo sangue, ou não. O coração é seu, e deles. O amor prevalece a cada centímetro de carinho distribuído. O mais importante é que você está aqui, ou ali, independente do momento. 
Portanto, meu querido, minha querida, o papel de melhor protagonista do ano, em ''Vida'' é seu. Meus parabéns! 


sexta-feira, 25 de março de 2011





Fogos de artifícioKaty Perry 


Adoro  essa música. (;Revisar tradução




quinta-feira, 24 de março de 2011


Oi, tô sem inspiração para escrever. ''Intão''.. achei essa imagem! FOFA! Tiau. kkkkkkkkkk'


quarta-feira, 23 de março de 2011

A menina que gostava da chuva - Capítulo 5

Ainda naquele dia, 18 de Maio de 2009


Ao chegar em casa, se jogou na cama e enfiou a cabeça no travesseiro, e ao fazer isso percebeu o que estava acontecendo com ela, ou não, porque aquilo era sem explicação. Ela não entendia o que estava sentindo. Não conhecia o garoto, só o via de longe, mas sabia que gostava do seu olhar, o que a prendia a olhar sempre para ele. Mas, porque ela ficou tão constrangida e, de certa forma, irritada e triste ao vê-lo com aquela jovem? Ciúmes? Mas só se sente ciúmes de quem se ama. Oh, ela se assustou ao perceber, talvez um pouco tarde, que estava apaixonada por uma pessoa que nem se quer sabia o nome. Ao concluir seu raciocínio se sentiu mal e resolveu ir dormir. 
Eram 20:15 quando Isabela acordou. Pôs o pé, ainda descalço no chão, sentiu frio e pôs seu casaco. Talvez porque estivesse um pouco atordoada, ela não havia percebido que estava chovendo. Olhou pela janela e se sentiu abençoada, segundo ela, quando chovia, era como se, a chuva estivesse a fazendo um favor em cair no chão e por sobre seu telhado. Ela se sentia presenteada. Ficou ali, olhando horas pela janela. Sua mãe se irritava quando ela fazia isso, porque segundo ela o cheiro da terra molhada a deixaria de pulmões ardidos, mas Isabela, teimosa e louca pela chuva, retrucava dizendo que aquele cheirinho curava qualquer mágoa do coração. 
Sem querer seu pensamento fugiu para o garoto de olhar fascinante...
Já era manhã, a menina que passara a noite a observar a chuva, estava com o coraçãozinho confuso, porque o que ela temia, acabou acontecendo, se apaixonou, provavelmente iria sofrer, como todas as outras vezes. Ainda deitada, Isabela ouviu seu telefone tocar, ainda aquele número desconhecido que nem ao menos dava tempo de ela atender. Levantou e saiu.

terça-feira, 22 de março de 2011

A menina que gostava da chuva - Capítulo 4


18 de Maio de 2009

No dia seguinte, acordou 6:15 da manhã. Ela teria muitas coisas para fazer, mas, ainda lhe faltava coragem. Fez então o caminho de sua rotina. Andou pela casa, abriu todas as janelas, precisava sentir o brilho do sol daquela manhã tocar seu rosto, porque, afinal, era um novo e belo dia. Foi até o espelho, olhou para seus cabelos, estavam bagunçados e do jeito que estavam ela deixou. Escovou os dentes, tomou café, vestiu a primeira roupa que viu em sua frente e saiu. Isabela, ela se chamava (oh, a nossa querida autora decidiu revelar o nome da personagem principal, palmas para ela, PLAC* PLAC*), morava com seus pais, na casa que citei no capítulo 1 (casa simples, com uma janela pequena onde sempre estavam dois gatos de olhos bem azuis e pelos brancos), não vivia sozinha ali, haviam também seus pais. Isabela tinha 17 anos, e estava para entrar na faculdade. Seu sonho, ser uma desenhista, porém não via motivação em seguir esse rumo em sua vida, segundo ela, queria ser algo ''útil'' à sociedade.
Ainda não era tarde para ela ir até a praça que ia diariamente, mas sentiu que tinha que ir lá, sentiu que aquele dia iria ser diferente. Após andar por um bom tempo, chegou. Ao chegar, teve 2 surpresas, sim, surpresas, porque aquilo nunca havia acontecido ao longo de seus 2 meses de ida à velha praça. A primeira surpresa era que, o banco no qual ela sentava todos os dias, e que nunca tinha alguém sentado ali, nesse dia estava ocupado, a segunda surpresa, quem estava no banco era o garoto do capítulo 2, ele não estava sozinho, estava na companhia de uma bela jovem, cabelos curtos, enrolados e corpo esbelto, foi o que deu para ela ver, não conseguiu ver seu rosto, pois estava envolto aos braços do rapaz. Ao ver aquela cena, Isabela sentiu algo estranho, seus olhos ficaram banhados em lágrimas, seu coração acelerado, e naquelas circunstâncias ela não pensou em mais nada. Voltou para casa e acabou não indo aos lugares que teria de ir naquele dia.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Pontos finais são inúteis




Existem espécies de ''vozes'' em minha cabeça que me dizem o que tenho que fazer, calma, não são vozes do mal, sou simplesmente eu, tentando debater comigo mesmo questões do meu dia a dia, como pensar, como agir, como falar, se portar, enfim... Dei uma ''visitinha'' ao meu cérebro. O que eu encontrei por lá...
 Chegando à porta principal eu vi miolos (caro leitor não se sinta tolo ao ler isso, leia até o final e irá compreender, ou não), mas não eram  simples miolos, eram cordões de frases, e tinha de vários tipos, grandes, pequenas, com letras maiúsculas, minúsculas, com ponto de exclamação e de interrogação (destas em especial existiam milhares), porém não existiam lá frases com o ponto final, a não ser aquelas tristes. Bem em cima da porta que dava acesso ao cerebelo eu vi a descrição que explicaria minha intrigante curiosidade em relação aos pontos finais. Lá tinha os seguintes dizeres: ''Aqui são proibidas frases cujo final seja com um ponto final, porque esta ''empresa'' não fabrica finais, apenas começos e meios, pelo menos até esta mesma empresa falir, portanto proíbo a entrada de qualquer tipo de frase que tenha um ponto final em seu ''fim'', obrigado pela atenção.'' Chegando à porta de saída do meu cérebro eu tentei compreender aqueles dizeres, compreender a mim mesma, e acho que entendi um pouco. 
Eu, minha pessoa, não estou nenhum pouco interessada em finais, porque minha vida está ligada a constantes recomeços, porque vivo em uma luta diária entre o dizer sim e o dizer não, a questão de errar e tentar reparar o meu erro. Portanto esta empresa (meu eu), não está interessada em pensar nos finais que os dias me trarão (pontos finais), se serão felizes ou tristes, porque quero viver cada dia com muita intensidade. 
Ao começo deste texto eu estava sim, triste, porém, encontrei minha alegria nas palavras que eu mesmo escrevi com a ajuda de quem? Daquela 'empresa'. Aquelas frases pequenas, grandes.. guardo-as cada uma, mas procuro sempre fabricar novas, e... sem pontos finais!


sexta-feira, 18 de março de 2011

As surpresas da vida (na minha vida)



Como é lindo quando aparecem pessoas novas no meu caminho. Lindo. Eu queria poder saber descrever o que eu sinto agora, mas, é complicado. Não, complicado não, é bonito demais para ser descrito. Irônico demais quando se quer dizer, mas ao mesmo tempo um sentimento negativo em minha mente. Minha mente muda, minha coragem muda, eu mudo. Quando eu penso que  já vi e já vivenciei de tudo na minha vida, eu vejo que não, eu vejo que não vi nada, eu na verdade não vejo nada. 
Olha como é difícil, paro, penso, e tento descrever o meu eu, e simplesmente não dá, porque ele é muito difícil de demonstrar. Chorar é bom? Não sei, só sei que quando se chora, é uma consequência de algum momento ruim, e esse momento ruim fez um mal tão grande que não dá pra segurar dentro, é preciso pôr pra fora, chorar.
Parece que as coisas não andam no sentido normal, parece que elas estão desordenadas, ou é tudo ou não é nada. 
Uma vez eu andei por um caminho escuro e sombrio, de repente apareceu alguém, um amigo, um amigo cujo olhar brilhava tanto que foi esse brilho que iluminou o caminho e me fez sorrir. Não conseguia eu, ficar mais sem ver aquele amigo, sem falar com ele, sentia um certo vazio quando ele não aparecia. E conto isso com um amor que você não imagina o tamanho. 
Meus pés não têm rumo, não, acho que o de ninguém tem não é?



quarta-feira, 16 de março de 2011

Querendo ou não


De propósito nascem pessoas. De propósito fazem-se coroas de ouro. No fundo, bem lá no fundo a verdade deveria ser concreta, da cor vermelha e ficar flutuando de propósito bem em cima da cabeça do povo. Me refiro ao que mesmo? Ah! Então quando que, ao olhar ao nosso redor iremos perceber a decadência em que nos encontramos? Não que eu demonstre a comoção que sinto ao ver as notícias que passam referentes à desastres que ocorrem pelo mundo afora, mas realmente me sinto sem coração quando eu preocupada, arrancando meus cabelos, por causa de avaliações e trabalhos escolares, não percebo a proporção que os problemas estão. Muitas vezes nos dizem que, mesmo assim a vida continua e que mesmo que nos sintamos tristes, querendo ou não é a realidade feia como um papel amassado e sujo. Olhe bem as instruções de uso, rasgue-as, jogue-as ao lixo, cometa suas ações e só relembre as advertências que você tenha eventualmente lido, ou não.
Quero de todo o meu coração que a situação ruim, no Japão e em outros lugares passe e sinto pelas pessoas que lá morrerem. :/

Este relato foi escrito dia 15 de Março durante a minha aula de geografia
 às 17:39, a Diamantina que me informou as horas.


terça-feira, 15 de março de 2011

Coisas tipicamente estranhas da vida


Rááá, momentos dos quais, por mais que me esforçe, não irei esquecer. Há coisas nessa nossa vida que ''OH'' é de se espantar, concordam? Eu sim. Pois imagine só, você e sua mente, pensam em algo, terrivelmente parece muito real, muito mais do que eu poderia saber. Você abre a porta da sua imaginação para algo que você perguntou mas não queria saber a resposta.
Exemplo 1.1 (só vai haver esse exemplo mermo): Sentada no banco velho de uma praça, olhando para todos os lados, sim, porque espera alguém que evidentemente vem te buscar. Então.. chega alguém senta ao seu lado, detalhe, você não conhece essa pessoa, nunca viu na vida, e vocês ficam calados, a pessoa te olha de cima a baixo, e você fica... O.O' 
Ok, o exemplo não favoreceu a linha de raciocínio que estou querendo pôr aqui. Porque que quando você vê que tem um certo interesse se uma determinada pessoa em vir falar contigo, a pessoa te olha, várias vezes... Bãs, você vai e pensa: Não, é imaginação minha, que nada. Mas aquilo vai ficando mais evidente, mais real, fica naquilo mesmo. Chega o dia que essa pessoa de olhares estranhos vai embora. :(
Enfim, isso sempre sempre até morrer acontece comigo! Porquêê? *respirando fundo* 


E esse foi mais um desabafo de Maria Claudiana, uma menina de 16 anos que ainda tem um trabalho gigantesco pra fazer e fica morgando a escrever um texto sem sentido e envergonhar os poucos leitores que ela tem. Oferecimento: Creme dental Even! 

*Vinheta: Só um pingo, só um pingo, alegria pro seus dentes, chegou Even! Experimente! Even.. ♪*



sexta-feira, 11 de março de 2011

Love History - Taylor Swift




Adoro esse vídeo. :D

quinta-feira, 10 de março de 2011

Hipoteticamente falando



''A vida é assim. Não vem com manual.'' Sinceramente, se viesse seria sem graça. Planejar seus movimentos não faz de você uma pessoa feliz vai. 
5 dias. Foi nesses 5 dias que eu percebi tantas coisas, descobri tantas coisas também. Onde eu estava? Mas olha, há pessoas nesse mundo que são especiais, lindas. Hipoteticamente falando, as pessoas são anjos. Todas, mesmo, mas algumas tem asas e outras não. Simplesmente precisa-se dar um espaço. Sendo assim porque há a falta de coragem pra descobrir uma nova amizade? Ela vem, não se engana, da minha parte. Não sei, mas preciso trabalhar esse meu lado. (risos)

Hipoteticamente falando, claro. 




quinta-feira, 3 de março de 2011

A menina que gostava da chuva - Capítulo 3




17 de Maio de 2009

15:30,  andou metros e metros a pé até sua casa. Chegou, abriu a porta, deu um suspiro, daqueles de alívio, de cansaço, de tristeza, de chateação e de felicidade, tudo ao mesmo tempo. Depois olhou para cima, e ficou feliz ao perceber que seu coração estava bem. Momentos antes de chegar em casa, veio pensando em várias coisas, dentre elas de como estaria a pessoa que ali caminhava, sem muitas perspectivas, esperança e até fé. O que faz um coração chegar a esse ponto? Não sabia a resposta. Ela caminhava.
Após chegar, sentou na mesa na qual ela sempre ficava sentada a desenhar. Desenhava o que ela queria que acontecesse em sua vida. Mas, tudo ficava só no papel. Apoiou-se sobre a mesa, pensou, pensou, e tomou um susto ao ver seu telefone tocar. Levantou e foi ver quem a ligava. (número desconhecido) Voltou então ao que fazia. Infelizmente a sua frente, tinha apenas um papel branco, nada vinha em sua mente. Resolveu deixar para o dia seguinte. Foi dormir. (Não lhe vinha outra coisa em mente, a não ser a pessoa do olhar fascinante)



quarta-feira, 2 de março de 2011

A menina que gostava da chuva - Capítulo 2



16 de Maio de 2009


Era tarde (14:25), o sol queimava e ardia em sua pele, mas ela tinha que ir. A garota iria a um lugar que ia sempre, sentava em um banco velho, um pouco quebrado que ficava embaixo de uma árvore velha e alta, caíam folhas secas o tempo todo. Ali naquele lugar sempre via alguém, de longe, uma pessoa cujo olhar a fascinou e cuja beleza não se encontrava tão fácil, era uma beleza diferente, não era das mais belas, e sim das mais interessantes. Todos os dias naquele mesmo local, o garoto o qual ela se interessara, ficava sentado do outro lado, um pouco distante de onde ela ficava. Estava sempre com olhar distante, pensativo, aquele olhar que a fascinava a cada dia. Ele? Não havia a visto, mas ela o via de longe, de maneira alguma queria que ele percebesse que ela ia naquele local, sentava ali e o observava, não. Não sei bem o que ela carregava no coração, mas diz que carregara amores não correspondidos. Então me perguntara porque, ela faria algo de errado ou algo de ruim para alguém. Logo me toquei que o amor não escolhe a quem vai martirizar. Sendo assim, a menina triste e sonhadora não desejava ser ignorada mais uma vez, por isso se escondia de qualquer possibilidade ou situação que, segundo ela, iria a fazer sofrer. Olhando para o relógio ela se assustou ao perceber que já estava atrasada para a produção de mais um desenho, o qual, com certeza, já teria arranjado inspiração o bastante naquela tarde. Então ela se levantou, olhou mais uma vez para o rapaz misterioso, e com passos rápidos saiu dali.

terça-feira, 1 de março de 2011



Onde estiver espero que esteja feliz, encontre seu caminho. Guarde o que foi bom e jogue fora o que restou. Tem horas que não dá pra esconder no olhar, como as coisas mudam e ficam pra trás, o que era bom hoje não faz mais sentido. É, uma hora isso ia acontecer. A vida cobra e a gente tem que crescerMe pergunto se você pensa em mim como eu penso em vocêOnde estiver espero que esteja feliz encontre seu caminho. Guarde o que foi bom (foi bom) e jogue fora o que restou. Pois acredito nos meus sonhos, eu acredito na minha vida. E no meio dessa guerra. Nenhum de nós pode ganhar. 
Sonhar, e não desistir. Cair e ficar de pé, dar valor depois que passou é duvidar da sua fé. Eu vejo a vida tem vários caminhos e entre eles o destino improvisa, nos pequenos detalhes da vida a resposta está escondida. [...] Memórias e lembranças, certezas e dúvidas. Nada parece mudar. E apesar de tudo enquanto o tempo passa ainda espero a sua resposta...

Pois acredito nos meus sonhos. Eu acredito na minha vida. 
E no meio dessa guerra, nenhum de nós pode ganhar.
NX Zero - Onde estiver