Não sei o que está acontecendo. Parece que estou continuamente em locais dos quais não faço parte e pareço sempre dispersa nos mesmos. Me sinto constantemente presa a algum pensamento do qual eu não sei exatamente qual é. Apenas penso. Estão cobrando de mim coisas que não tenho certeza se consigo fazer. Me sinto cheia de obrigações das quais não sinto gosto algum. O pior de tudo é que não posso deixá-las. Tenho a certeza que depois destas, virão mais e mais. Só espero que Deus me ajude! rs
terça-feira, 31 de maio de 2011
domingo, 29 de maio de 2011
sábado, 28 de maio de 2011
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Se permitindo mais
Quando eu acho que eu passei do limite em muitas questões. Quando eu acho que o que eu fiz ou deixei de fazer me fizeram falta. Eu enxergo o que me há de vantajoso. Detalhes como a percepção de pessoas ao seu redor. No momento me sinto invisível e totalmente feliz. Na verdade, para ser bem sincera não passou em nenhum momento pela minha mente que eu pudesse ser inferior ou infeliz. Creio que tudo o que esteja acontecendo seja coisa do destino. Ah, o destino! Deixa eu explicar. Muitas pessoas não acreditam nele. Mas eu sim. Posso provar que ele existe, apenas com fatos. Pequenas coisas da sua vida, você nem sonhou que elas acontecessem, mas elas, aconteceram! Na minha humilde opinião, quando nascemos já está escrito para nós todo um ''roteiro'', tudo, detalhes, dos menores até os mais relevantes. A não ser que, você queira de alguma forma MUDAR seu destino, pois, se você não sabe, você pode. Bom, o destino me reserva ainda muita coisa, muitas surpresas, novidades e decepções. E vai me trazer também muitas pessoas.
Aos poucos eu acho que vou me permitindo sentir.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
A menina que gostava da chuva - Pequeno fragmento 2
Isabela tinha problemas. O que a fazia ficar cada vez mais distante de Diogo. Não o fazia porque quisesse. A verdade é que ela não queria o fazer sofrer mais. Mas o que ela não sabia era que ele não iria desistir. Porque o amor que os dois cultivavam não era tão frágil para ser desmanchado no primeiro momento de dificuldade.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
De como mudei de ideia
Muito antes de vir aqui, escrever, tinha em mente uma ideia. Um pensamento, posso dizer que ele não era dos melhores. Tinha um ar de ''tem certeza de que quer isso mesmo?''. Mas no momento em que eu pensei, me veio à tona uma série de fatores. Influenciaram-me. Andei, deitei, sentei e acabei indo à janela. Lá fora estava tudo muito ameno. As folhas das árvores não balançavam, estavam como se estivessem paradas no tempo. É incrível como quando paro para pensar, se mistura uma porção de dúvidas, medos e ideias. O pior é quando percebo que não estou pensando em absolutamente nada. Isso me intriga. Em um certo momento até parece que já estou fazendo valer, mas caio em realidade quando percebo que só estou ali, com meus botões.
Sinto a vontade estranha de pegar uma mala, enchê-la com meus sonhos e ir até a lua, sentar, ou ficar flutuando, já que não existe a gravidade. Enfim, me isolar. Um tempo para pensar e chegar a uma conclusão, coisa que, por incrível que pareça, está mais difícil que resolver um exame de física. É como querer fugir de uma coisa que corre mais que você, que te alcança sem esforço. Enquanto seu coração está sem fôlego algum para brincar de pique-esconde.
Bom, a respeito de mudar de ideia. Fiz sem perceber. Me apeguei por alguns minutos aos fatos. Os fatos fazem com que toda a mágica da vida seja desmanchada, por isso, somente recorro à eles quando estou realmente precisando. Eles, me fizeram pereceber, que mudar de ideia seria o melhor a se fazer, no momento. Volto então à estaca zero, e caio a mutualidade das coisas novamente. Mas sabe, pensar é bom e é ruim ao mesmo tempo.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011
Humanos ou robôs?
Tendo uma indecisão em mente ele foi. Levando consigo apenas uma mala velha de onde se via detalhes de roupas saindo para fora. Fizera a mala o mais depressa que pôde. Não suportava mais viver com aquele clima de tensão que havia se formado em sua própria casa. Casa onde viveu momentos maravilhosos. Onde saíram vários ''Eu te amo''. Onde se foram várias gargalhadas. Agora o que sobrara daquilo tudo. Apenas a mágoa e a incerteza de como continuar. Eram casados há 8 anos. Léo era apaixonado por Gabi. O amor foi tão intenso, segundo um deles.
Rastros de arrependimento iam aparecendo à medida que ele andava. Aquele sentimento era terrível. Era como se não conhecesse a mulher com quem fora casado por um tempo. O olhar, as palavras e os gestos haviam mudado completamente. E agora não sabia o que fazer e para onde ir. A única coisa que queria era poder não sentir a mágoa que afundava seu coração naquele momento.
Quando decidimos nos casar... Realmente achamos que devemos viver o resto da vida somente com aquela pessoa. A amando na alegria, na tristeza, na saúde, na doença até que a morte separe-nos. O que há? Ou criaram esse discurso para ficar algo ''bonitinho'' para ter o que dizer. Ou somos hipócritas o bastante para pronunciar palavras tão belas e de sentido tão profundo, para não conseguirmos cumpri-las? Quantos e quantos casamentos se desfazem, quantos e quantos casais passam a se odiar. Para mim, nunca teve de haver amor aí. Segundo minha pesssoa, o amor é eterno, o amor não passa assim, de uma hora para outra. Ele é paciente. Onde ficou aquele sentimento, pronunciado no momento de carinho? Onde ficou aquele coração apaixonado e com sede de afeto? Onde ficou o querer bem? Sentimentos assim, somem simplesmente? Não no meu mundo. Estamos virando robôs? Talvez seja isso mesmo, e eu estou cega demais para enxergar tanto racionalismo.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
sábado, 7 de maio de 2011
A surpresa de Maggie
Ela saiu andando pela floresta como se nada e ninguém a procurasse. Sentia-se leve e satisfeita ao ver a natureza do outono ao seu redor. Seu coração buscava uma tranquilidade que estava nítida a sua frente. O vento soprava leve e com cheiro de folhas secas. O único barulho que se ouvia eram as árvores se chocando umas nas noutras. Havia saído de casa o mais rápido que pôde. Sua mãe tinha preparado algumas panquecas. Preparou uma cesta bem bonita e saiu na bicicleta que havia ganho de seu pai. Maggie estava apressada, quanto mais andava mais sentia que o caminho alongava-se a sua frente. O caminho era estreito e cheio de buracos. Nas laterais haviam muitas flores o o barulho de grilinhos que ela adorava era persistente.
Ao chegar, jogou a bicicleta no chão e saiu correndo. Encontrou-o caído, com o ar de abandono. O pegou com delicadeza e passou as saborosas panquecas de sua mãe perto do olfato dele. Derrepente, suas orelhinhas mexeram como antenas em busca de sinal. Seus olhos abriram-se e encontram-se com os de Maggie. O coração da pobre menina estava em pulos, ao perceber que ele estava bem ela abriu o sorriso mais belo que tinha e disse: '' Você me deu um belo susto ein?'' E ele lhe respondeu: ''Au au''. Maggie cultivava uma bela amizade com Totó, um cachorro vira-lata que ela encontrara em frente sua casa em um dia de muita chuva. Mesmo depois de muitas súplicas e algumas lágrimas a mãe de Maggie não a deixou ficar com o cão, então ela o levou para o bosque ''Árvores belas'', onde sempre o trata bem e até construiu uma casinha com pequenos galhos e alguns lençóis, ali Totó não passaria fome nem frio.
Apesar de tudo, a menina temia de que algo ou alguém fizesse mal a seu fiel amigo, não sabia o que fazer. Estando a olhar para Totó, Maggie ouviu alguns latidos e barulhos de folhas, ao olhar para trás viu alguns cachorrinhos, pequeninos, danados e famintos vindo em sua direção. Depois deles, apareceu a figura de uma cadela, bonita e animada. Totó havia feito uma ''família'', Maggie não acreditava no que via, estava feliz, muito feliz. A bela cadela tinha dono, e ele se chamava Tel, ele contou que Totó e sua cadela haviam se conhecido há um bom tempo, e ele sempre a via conversar com Totó, mas decidiu guardar o segredo por algum tempo, até decidir fazer a surpresa. Tel, pediu a Maggie que ele ficasse com Totó, queria o ver com sua família, ele adorava a todos. A garota consentiu de coração apertado, mas no fundo ela sabia que Totó continuaria em seu coração, e ela não esqueceria de seus momentos com ele naquela velha floresta, e além de tudo, ela podia os visitar todos os finais de semana.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Quando as pessoas da sua vida são muito especiais
Os pressentimentos são como o vento, você sente mas não consegue ver nem quando estão a um palmo da sua frente. Pressentir significa ter um sentido apurado. Agora, pressentir emoções e coisas boas é mais complicado. São para pessoas de bom coração. Sabe, eu conheço pessoas assim. Elas parecem ter sido escolhidas a dedo para a tal função. O papel de pressentir tais emoções são para aqueles que sabem o verdadeiro valor que existe em pequenas coisas. O valor de uma flor, a admiração pelo verde, a animação ao ver algumas nuvens cinzas. O coração bondoso é algo de muito, muito valor.
Olhando de um segundo plano percebo que há valores que devem ser ''procurados''. Há amores que devem ser cultivados. Há emoções que devem ser sentidas, buscadas e compartilhadas. Há amizades que, praticamente caem do céu. Acontece que talvez aquela pessoa fez parte de quase toda a sua vida, mas só devia conhecê-la em um dado momento. O certo.
Hoje, ontem, amanhã, a ordem dos fatores não alteram o resultado, lembra? É isso mesmo. Busque os fatores que fazem da sua vida aquela mais feliz, a que faz sentido, aquela que serve de exemplo. As pessoas especias, ah elas, não as deixe escapar. Não tenha vergonha de dizê-la: Eu gosto de você''. As cubra de carinho. Atenção. Paciência. Muito amor. Especialmente porque elas são ''As pessoas especiais da sua vida!''.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
A menina que gostava da chuva - Capítulo 8
19 de Maio de 2009
20 de Maio de 2009
Chegou em casa desorientada, passou por seus pais e foi direto para seu quarto. Jogou a mochila na cama e foi direto à sua janela. Isabela olhou a árvore que ficava bem em frente o seu quarto e entrou em um mar de pensamentos. Após Diogo a ter beijado ela sentiu-se constrangida, fingiu ter um compromisso e saiu correndo. O que na verdade teria acontecido para ele tomar aquela atitude? O que na verdade a leva a pensar que a iniciativa não partiu apenas dele... Os dois pareciam ter ímãs o que os aproximava mais. Isabela pensava, pensava e percebeu que o garoto não saía de sua mente e aquele beijo, ah aquele beijo...
Toda ensopada, resolveu tomar um banho para não pegar um resfriado. Eram 21:08, a menina parecia flutuar. Isabela lembrou das palavras de Diogo e ficou triste. Ela de certa forma correpondia aos sentimentos dele. Mas havia algo a perturbando.
20 de Maio de 2009
Parecia que ia ser uma manhã chuvosa, Isabela acordou e fez o que tinha de costume. Por mais que os pensamentos fossem tristes, a chuva sempre lhe trazia um sorriso inexplicável. Já eram 7:30 Isabela tinha de ir, estudar era preciso. No caminho sentiu-se mal, as coisas ao seu redor giravam, não conseguia ficar de pé, de repente tudo foi ficando escuro, até ela não ver absolutamente mais nada.
Ao abrir os olhos bem devagar Isabela viu-se no hospital. Bem atordoada avistou sua mãe, que parecia não estar nada feliz. Perguntou o que havia acontecido. Sua mãe disse-lhe que ela foi encontrada caída e totalmente apagada há alguns metros de casa. Um rapaz havia a levado até o hospital. De súbito apareceu alguém por trás de sua mãe e com uma voz que para Isabela não lhe era entranha e disse: '' Ela acordou, está bem?'' Diogo fez-se parecer uma figura nítida na sua frente. A mãe de Isabela disse: ''Este é o rapaz.''
Ele parecia preocupado e ao mesmo tempo brilhava ao ver Isabela aparentemente bem. Os dois conversaram um pouco até o momento de Isabela descansar, estava fraca.
5 dias depois...
25 de Maio de 2009Alguém apareceu na porta. Diogo foi até a casa de Isabela, pedir a seus pais para a namorar. Ela estava um pouco insegura. Os dois pareciam nervosos e ansiosos ao mesmo tempo. Estavam apaixonados. Os pais de Isabela aceitaram não muito confiantes. Eles conheciam Isabela mais do que ninguém, ela era muito sensível e temiam que alguém a machucasse.
Ao longo do tempo Isabela e Diogo pareciam muito felizes, saíam todas as tardes, ia sempre até a velha praça. Andavam de bicicleta. E Diogo a dizia todos os dias: ''Eu amo você.''
2 meses depois...
02 de Julho de 2009
Diogo encontrou Isabela chorando na varanda de sua casa. E disse: ''Isabela! O que houve?'' Ela aos prantos e muito nervosa respondeu: ''Não dá mais, me esquece, acabou Diogo.'' Ela saiu, não parecia bem. Diogo tentou ir atrás dela mas a única coisa que conseguiu foi a porta fechada bem na sua frente. Os pais de Isabela pediram que ele se afastasse de sua filha. Diogo, muito triste, foi embora.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
E quando tudo acabar?
O que será que acontece quando decidimos optar por uma saída mais fácil e ao mesmo tempo complicada de se fazer? As opções a que estamos expostos a todo momento não são visíveis, elas parecem se esconder em cada brecha de dúvida que abrimos em mente. A razão de repente quer sumir e faz por querer. Os belos momentos que passamos são como chaves com laços singelos e delicados os quais queremos de todas as formas guardar em uma caixinha, bem protegidos ficarem. Partindo de fundamentos que não fazem o menor sentido fazemos coisas que ao perceber ter feito nos espantamos e damos uma risada gostosa e feliz. Não sei bem o que pensar sobre. Acontece que a maneira mais feliz de se cultivar sentimentos, é colando no coração um adesivo com os devidos dizeres: ''Estou pronta (o) para compartilhar com você toda a felicidade!'' Os delicados desejos que se formam são os mais difíceis de conseguir. São como pedras muito preciosas, ao contrário das riquezas materiais que existem, estas pedras preciosas se conseguem com muito, muito amor.
Há tantos momentos dos quais queremos fugir, de forma alguma queremos enfrentar, coisa de outro mundo. Dizemos nem mortos fazer. Mas meu caro, minha cara, quando mortos estivermos, sim, é que não poderemos mesmo fazer, e deixar desafios passar pela sua vida e não lhe dizer nem um Olá? É questão de timidez, fraqueza, medo, e daí? São sentimentos que devem ser sentidos com a mais profunda das sensações. São sentimentos que devem ser vividos, presenciados, testados, e devem ser passados para uma próxima fase, uma mais difícil. E vai-se vivendo. Porque, quando tudo acabar? Será que há uma outra chance? Uma outra vida? Fica a dúvida.
Você é valioso, você é forte, tem poder, fraquezas, tem também a natureza ao seu redor. Posso dizer, o que mais você espera. Tudo parte de uma temática muito simples, a do seu interior, do seu ser, da sua forma de agir, pensar, você. Dizem que ser surrealista é para loucos. Pois se amar, e sentir são atitudes de loucos, vivemos no hospício mais lindo, a vida, a nossa vida. Ainda não acabou, tem muito mais!
Assinar:
Postagens (Atom)












